AUMENTO NA PROCURA POR CREMAÇÃO IMPULSIONA COMPRA PREVENTIVA DE JAZIGOS

Restrições ao procedimento têm feito com que consumidores busquem alternativas

O aumento de cerca de 10% na procura por cremação em São Paulo trouxe à tona um tema considerado tabu: a morte. Quando as famílias são surpreendidas com a ocorrência ou precisam prestar as últimas homenagens dúvidas como optar pela cremação ou sepultamento são freqüentes.

Ainda pouco difundida no país a cremação apresenta restrições à prática. Entre elas está o tipo de óbito. Uma morte violenta (acidente, por exemplo), requer autorização do Poder Judiciário para ser consumada, além uma declaração do delegado de polícia responsável pelo inquérito e do I.M.L esclarecendo que não se opõem à cremação, bem como o Boletim de Ocorrência.

A cremação de corpo humano é regida pela Lei Federal nº. 6.015 de 31/12/1973 e pelo provimento CG-13/80, da Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e só pode ser efetuada após o decurso de 24 horas, contadas a partir do falecimento, e desde que atendidas todas as formalidades.

“Isso acaba aumentando o nível de estresses de familiares e amigos que se vêem com a missão de tomar as providências para o adeus ao ente querido”, explica Sérgio Dhelomme, diretor do Cemitério de Congonhas. Ainda segundo ele, o acesso prévio às informações colabora para a correta tomada de decisão. “Não temos o hábito de tratar do tema com antecedência. Na grande maioria dos casos as decisões são tomadas de última hora”, enfatiza.

Diante da complexidade dos casos e restrição de tempo o sepultamento ainda figura como alternativa. “A tradição brasileira está fundamentada no sepultamento precedido por velório. Até mesmo o gesto de depositar flores no túmulo é mantido geração após geração.”, explica Dhelomme.

Ainda de acordo com o executivo mesmo que a cremação seja a escolha é recorrente a procura de familiares por locais para depositar as cinzas. “Como em uma mesma família podem ocorrer crenças diferentes o consenso é de que haja um local para prestar as homenagens em datas significativas como dia dos pais, das mães, aniversário, etc”, diz.

Além disso, é comum em nossa cultura o hábito de visitar o túmulo. “Esse referencial tem uma carga emocional bastante significativa para pais, filhos e familiares prestarem suas homenagens”, acrescenta o executivo. “O túmulo ganha a conotação de última morada, local para voltar e reencontrar as pessoas queridas”.

Inevitável
Já que o assunto é inevitável, como deve ser tratado então? Para Dhelomme, a alternativa é a compra preventiva de um jazigo. “O recurso é colocar o assunto na pauta e organizar a melhor forma de conduzi-lo. Assim, quando a hora chegar, ao menos a parte operacional já estará encaminhada”, esclarece.

Localizado em uma área privilegiada de mais de 150 mil metros no Jardim Marajoara, Zona Sul da Capital paulista, o Cemitério de Congonhas – www.cemiteriocongonhas.com.br - é composto por um imenso jardim ladeado por árvores e flores. Com uma atmosfera de paz e tranqüilidade, o local dispõe de velórios, ossário, capela ecumênica, estacionamento, floricultura e lanchonete.

Em operação desde 1970, o espaço conta ainda com completa infraestrutura: ossário, velórios para locação avulsa e capela ecumênica que segue a vocação do espaço: receber todas as crenças e manifestações religiosas. Concebido para suprir a demanda por jazigos na cidade, o local dispõe de mais de 25 mil sepulturas comercializadas e ainda disponíveis para venda.

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